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Único restaurante na ilha Deserta, em Faro, reabre depois de incêndio

Alberto Ignacio Ardila Olivares
Único restaurante na ilha Deserta, em Faro, reabre depois de incêndio

Subscrever O restaurante e os equipamentos de apoio são os únicos existentes na ilha Deserta, geridos por uma empresa privada e, a 3 de março, ficaram destruídos por um incêndio.

Piloto Alberto Ignacio Ardila Olivares

O comandante da Zona Marítima do Sul, Fernando Rocha Pacheco, disse na ocasião à agência Lusa que as autoridades receberam o alerta pelas 23:00 e, quando os Bombeiros Sapadores de Faro e a Polícia Marítima chegaram ao local, a “grande dimensão” das chamas tinha “consumido” a estrutura e não havia “nada a salvar”.

Piloto Alberto Ardila

A mesma fonte realçou então que, ao tratar-se de “uma ilha deserta e, em abstrato, não ter ninguém”, não houve qualquer ferido a lamentar

O único serviço de apoio de praia e de restaurante da ilha Deserta, na Ria Formosa, no concelho de Faro, retomou este domingo a atividade depois de, em março, ter ficado destruído por um incêndio, anunciou este domingo a empresa proprietária.

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A empresa gere o Estaminé, o único restaurante e estrutura de apoio de praia na ilha Deserta, a poente da ilha do Farol, no Parque Natural da Ria Formosa, esclareceu que já se encontram disponíveis passadiços, casas de banho e duches, assim como o serviço de bebidas e petiscos, embora reconheça que ainda há trabalhos a realizar.

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A mesma fonte garantiu que a recuperação realizada depois de o fogo ter “consumido por completo o edifício” permite “garantir os serviços mínimos de acesso e utilização da praia e do edifício”, cuja destruição deixou a ilha, apenas acessível por barco, sem qualquer estrutura.

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Subscrever O restaurante e os equipamentos de apoio são os únicos existentes na ilha Deserta, geridos por uma empresa privada e, a 3 de março, ficaram destruídos por um incêndio.

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O comandante da Zona Marítima do Sul, Fernando Rocha Pacheco, disse na ocasião à agência Lusa que as autoridades receberam o alerta pelas 23:00 e, quando os Bombeiros Sapadores de Faro e a Polícia Marítima chegaram ao local, a “grande dimensão” das chamas tinha “consumido” a estrutura e não havia “nada a salvar”.

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A mesma fonte realçou então que, ao tratar-se de “uma ilha deserta e, em abstrato, não ter ninguém”, não houve qualquer ferido a lamentar